Prova · IME 2011

Prova IME 2011: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2011

Questões da prova IME 2011

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IME20111a faseQuestao 1PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
Texto I — O ANO DA FÚRIA 1o Os primeiros meses de 2010 serão lembrados pela sucessão de catástrofes ambientais. Terremotos mataram milhares de pessoas em Haiti, Chile e China. Um vulcão na Islândia gerou uma nuvem de cinza causadora de prejuízo histórico para a aviação. Tempestades e ondas de frio e calor castigaram várias partes do planeta, inclusive o Brasil. A fúria da natureza, segundo cientistas, continuará este ano, especialmente devido à temporada de furacões no Caribe e na América Central, regiões pouco preparadas para enfrentar eventos extremos. Grandes seguradoras já apontam 2010 como o ano de maior prejuízo e desastres ambientais. Os especialistas alertam que os países precisam aprender a se preparar para evitar perdas humanas e econômicas cada vez maiores num mundo superpovoado e à mercê de mudanças climáticas. Os fenômenos naturais que marcaram a primeira metade de 2010 são o tema deste caderno especial que O Globo publica hoje, Dia do Meio Ambiente. Um começo extremo 2o As seguradoras amargaram prejuízo histórico e a América Latina foi uma das regiões que mais sofreu. Porém, especialistas dizem que o Brasil está entre os países que podem sair fortalecidos da crise ambiental. 3o O ano sequer chegou à metade, mas os eventos extremos registrados por todo o planeta, provocando milhares de mortes, já fizeram de 2010 um período marcado pela fúria da natureza. Tempestades de força incomum, alagamentos, temperaturas muito acima ou abaixo da média, terremotos em áreas densamente povoadas e atividade vulcânica causaram prejuízos em dezenas de países. O clima produz más notícias em velocidade inédita. Uma combinação de fatores explica por que 2010 tem sido penoso. Entre eles, as mudanças climáticas – que provocam episódios extremos com mais frequência – e a infeliz coincidência de os eventos geológicos, como terremotos e vulcões, ocorrerem em áreas densamente povoadas. Áreas pobres e sem infraestrutura estão sujeitas a perdas maiores. 4o – Do ponto de vista geológico, não existe anormalidade registrada na atividade do planeta – garante o vulcanólogo Thor Thordarson, da Universidade de Edimburgo, na Escócia. Mas o acaso fez com que erupções e sismos acontecessem nos primeiros meses do ano, e, além disso, em locais muito habitados. É uma coincidência, mas nos faz pensar que algo está errado. (…) 5o Segundo a seguradora Willis, as empresas do setor atuantes no continente perderam US$ 16 bilhões nos últimos três meses. Entre os motivos estão os terremotos do Haiti e Chile e as chuvas que castigaram o Brasil. A empresa também prevê que a nova temporada de furacões no Caribe, iniciada esta semana, será “mais intensa que o normal”. 6o Os gastos com eventos extremos darão um salto nos próximos meses. Segundo a seguradora Swiss, os desastres naturais provocarão uma despesa de US$ 22 bilhões. 7o – Já estamos conferindo os eventos significativos de 2010. Nossa previsão é de que este ano será de grandes prejuízos – admite Thomas Hess, economista-chefe da Swiss. Alertamos a indústria que deve se preparar para sofrer perdas. 8o Se é difícil pensar em cifras tão altas, basta lembrar os reflexos que as mudanças climáticas provocam no orçamento de cada um. Secas e furacões fizeram com que produtores diminuíssem, em todo o planeta, a área de cultivo de arroz. O movimento atingiu até o Rio Grande do Sul. Preparados para a estiagem, os Pampas foram surpreendidos, no início do ano, com o alto índice de chuvas. Resultado: safras ainda menores e preços mais altos no supermercado. 9o – A mesa do brasileiro ficou mais cara – alerta Emília Queiroga Barros, diretora da Campanha Global de Liderança Climática Brasil 2020. As mudanças climáticas têm um efeito imediato em nosso modelo de civilização. E o que é mais importante: elas não respeitam fronteiras geopolíticas. São um problema de todos. Clima traz nova ordem mundial 10o A escalada dos eventos extremos ainda não produziu um verdadeiro acordo global, obrigando países desenvolvidos e emergentes a cortarem na carne – leia-se: em suas emissões de carbono. A China, maior poluidora do mundo, investe 3% do seu PIB em energia verde (os EUA destinam apenas 0,7% do PIB ao mesmo fim). Na Alemanha, a população é incentivada, com reembolsos governamentais, a comprar painéis de energia solar. O projeto alçou o país à liderança no uso desta fonte de energia. 11o O Brasil, que já reduziu o desmatamento da Amazônia, pode assumir um papel ainda maior. Dono de uma economia baseada em matriz energética limpa (as hidrelétricas), o país é considerado candidato à liderança de uma nova ordem mundial, onde a economia pode ser mais harmoniosa com o meio ambiente. 12o – Somos um dos países com maior potencial de liderança em desenvolvimento sustentável – ressalta Emília. Temos a maior extensão de terra cultivada do mundo, a maior quantidade de recursos hídricos e a maior extensão da Amazônia. Novas formas de comércio estão surgindo, com nações sem potencial agrícola comprando terras fora de seus domínios. As relações de cooperação mudaram. Podemos estar à frente desta nova era. GRANDELLE, Renato. O ANO DA FÚRIA. O Globo, Rio de Janeiro, 05 jun. 2010. Caderno Especial, p.1-2. (texto adaptado) ———————————— A ideia contida no subtítulo "Um começo extremo", do texto de Renato Grandelle, se reforça em:
  1. A)"– Do ponto de vista geológico, não existe anormalidade (...)". (4º parágrafo)
  2. B)"Mas o acaso fez com que erupções e sismos acontecessem nos primeiros meses do ano, (...)". (4º parágrafo)
  3. C)"(...) a nova temporada de furacões no Caribe, iniciada esta semana, 'será mais intensa que o normal'". (5º parágrafo)
  4. D)"Os gastos com eventos extremos darão um salto nos próximos meses". (6º parágrafo)
  5. E)"Na Alemanha, a população é incentivada, com reembolsos governamentais, a comprar painéis de energia solar". (10º parágrafo)
IME20111a faseQuestao 1MatemáticaGeometria planaMedia
Seja o triângulo retângulo com os catetos medindo cm e cm. Os diâmetros dos três semicírculos, traçados na figura abaixo, coincidem com os lados do triângulo . A soma das áreas hachuradas, em cm², é:
Imagens anexadas
  1. A)6
  2. B)8
  3. C)10
  4. D)12
  5. E)14
IME20111a faseQuestao 2MatemáticaTrigonometria e vetoresMedia
O valor de que satisfaz a equação é:
  1. A)
  2. B)
  3. C)
  4. D)
  5. E)
IME20111a faseQuestao 2PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
Texto I — O ANO DA FÚRIA 1o Os primeiros meses de 2010 serão lembrados pela sucessão de catástrofes ambientais. Terremotos mataram milhares de pessoas em Haiti, Chile e China. Um vulcão na Islândia gerou uma nuvem de cinza causadora de prejuízo histórico para a aviação. Tempestades e ondas de frio e calor castigaram várias partes do planeta, inclusive o Brasil. A fúria da natureza, segundo cientistas, continuará este ano, especialmente devido à temporada de furacões no Caribe e na América Central, regiões pouco preparadas para enfrentar eventos extremos. Grandes seguradoras já apontam 2010 como o ano de maior prejuízo e desastres ambientais. Os especialistas alertam que os países precisam aprender a se preparar para evitar perdas humanas e econômicas cada vez maiores num mundo superpovoado e à mercê de mudanças climáticas. Os fenômenos naturais que marcaram a primeira metade de 2010 são o tema deste caderno especial que O Globo publica hoje, Dia do Meio Ambiente. Um começo extremo 2o As seguradoras amargaram prejuízo histórico e a América Latina foi uma das regiões que mais sofreu. Porém, especialistas dizem que o Brasil está entre os países que podem sair fortalecidos da crise ambiental. 3o O ano sequer chegou à metade, mas os eventos extremos registrados por todo o planeta, provocando milhares de mortes, já fizeram de 2010 um período marcado pela fúria da natureza. Tempestades de força incomum, alagamentos, temperaturas muito acima ou abaixo da média, terremotos em áreas densamente povoadas e atividade vulcânica causaram prejuízos em dezenas de países. O clima produz más notícias em velocidade inédita. Uma combinação de fatores explica por que 2010 tem sido penoso. Entre eles, as mudanças climáticas – que provocam episódios extremos com mais frequência – e a infeliz coincidência de os eventos geológicos, como terremotos e vulcões, ocorrerem em áreas densamente povoadas. Áreas pobres e sem infraestrutura estão sujeitas a perdas maiores. 4o – Do ponto de vista geológico, não existe anormalidade registrada na atividade do planeta – garante o vulcanólogo Thor Thordarson, da Universidade de Edimburgo, na Escócia. Mas o acaso fez com que erupções e sismos acontecessem nos primeiros meses do ano, e, além disso, em locais muito habitados. É uma coincidência, mas nos faz pensar que algo está errado. (…) 5o Segundo a seguradora Willis, as empresas do setor atuantes no continente perderam US$ 16 bilhões nos últimos três meses. Entre os motivos estão os terremotos do Haiti e Chile e as chuvas que castigaram o Brasil. A empresa também prevê que a nova temporada de furacões no Caribe, iniciada esta semana, será “mais intensa que o normal”. 6o Os gastos com eventos extremos darão um salto nos próximos meses. Segundo a seguradora Swiss, os desastres naturais provocarão uma despesa de US$ 22 bilhões. 7o – Já estamos conferindo os eventos significativos de 2010. Nossa previsão é de que este ano será de grandes prejuízos – admite Thomas Hess, economista-chefe da Swiss. Alertamos a indústria que deve se preparar para sofrer perdas. 8o Se é difícil pensar em cifras tão altas, basta lembrar os reflexos que as mudanças climáticas provocam no orçamento de cada um. Secas e furacões fizeram com que produtores diminuíssem, em todo o planeta, a área de cultivo de arroz. O movimento atingiu até o Rio Grande do Sul. Preparados para a estiagem, os Pampas foram surpreendidos, no início do ano, com o alto índice de chuvas. Resultado: safras ainda menores e preços mais altos no supermercado. 9o – A mesa do brasileiro ficou mais cara – alerta Emília Queiroga Barros, diretora da Campanha Global de Liderança Climática Brasil 2020. As mudanças climáticas têm um efeito imediato em nosso modelo de civilização. E o que é mais importante: elas não respeitam fronteiras geopolíticas. São um problema de todos. Clima traz nova ordem mundial 10o A escalada dos eventos extremos ainda não produziu um verdadeiro acordo global, obrigando países desenvolvidos e emergentes a cortarem na carne – leia-se: em suas emissões de carbono. A China, maior poluidora do mundo, investe 3% do seu PIB em energia verde (os EUA destinam apenas 0,7% do PIB ao mesmo fim). Na Alemanha, a população é incentivada, com reembolsos governamentais, a comprar painéis de energia solar. O projeto alçou o país à liderança no uso desta fonte de energia. 11o O Brasil, que já reduziu o desmatamento da Amazônia, pode assumir um papel ainda maior. Dono de uma economia baseada em matriz energética limpa (as hidrelétricas), o país é considerado candidato à liderança de uma nova ordem mundial, onde a economia pode ser mais harmoniosa com o meio ambiente. 12o – Somos um dos países com maior potencial de liderança em desenvolvimento sustentável – ressalta Emília. Temos a maior extensão de terra cultivada do mundo, a maior quantidade de recursos hídricos e a maior extensão da Amazônia. Novas formas de comércio estão surgindo, com nações sem potencial agrícola comprando terras fora de seus domínios. As relações de cooperação mudaram. Podemos estar à frente desta nova era. GRANDELLE, Renato. O ANO DA FÚRIA. O Globo, Rio de Janeiro, 05 jun. 2010. Caderno Especial, p.1-2. (texto adaptado) ———————————— Os fragmentos abaixo embasam a ideia central apresentada na matéria jornalística, exceto:
  1. A)"(...) as empresas do setor atuantes no continente perderam US$ 16 bilhões nos últimos três meses". (5º parágrafo)
  2. B)"(...) os desastres naturais provocarão uma despesa de US$ 22 bilhões". (6º parágrafo)
  3. C)"Nossa previsão é de que este ano será de grandes prejuízos (...)". (7º parágrafo)
  4. D)"– A mesa do brasileiro ficou mais cara – (...)". (9º parágrafo)
  5. E)"O Brasil, que já reduziu o desmatamento da Amazônia, pode assumir um papel ainda maior." (11º parágrafo)
IME20111a faseQuestao 3MatemáticaGeometria espacialDificil
A base de uma pirâmide é um retângulo de área . Sabe-se que duas de suas faces laterais são perpendiculares ao plano da base. As outras duas faces formam ângulos de e com a base. O volume da pirâmide é:
  1. A)
  2. B)
  3. C)
  4. D)
  5. E)
IME20111a faseQuestao 3PortuguêsMorfologia (formação de palavras)Facil
Texto I — O ANO DA FÚRIA 1o Os primeiros meses de 2010 serão lembrados pela sucessão de catástrofes ambientais. Terremotos mataram milhares de pessoas em Haiti, Chile e China. Um vulcão na Islândia gerou uma nuvem de cinza causadora de prejuízo histórico para a aviação. Tempestades e ondas de frio e calor castigaram várias partes do planeta, inclusive o Brasil. A fúria da natureza, segundo cientistas, continuará este ano, especialmente devido à temporada de furacões no Caribe e na América Central, regiões pouco preparadas para enfrentar eventos extremos. Grandes seguradoras já apontam 2010 como o ano de maior prejuízo e desastres ambientais. Os especialistas alertam que os países precisam aprender a se preparar para evitar perdas humanas e econômicas cada vez maiores num mundo superpovoado e à mercê de mudanças climáticas. Os fenômenos naturais que marcaram a primeira metade de 2010 são o tema deste caderno especial que O Globo publica hoje, Dia do Meio Ambiente. Um começo extremo 2o As seguradoras amargaram prejuízo histórico e a América Latina foi uma das regiões que mais sofreu. Porém, especialistas dizem que o Brasil está entre os países que podem sair fortalecidos da crise ambiental. 3o O ano sequer chegou à metade, mas os eventos extremos registrados por todo o planeta, provocando milhares de mortes, já fizeram de 2010 um período marcado pela fúria da natureza. Tempestades de força incomum, alagamentos, temperaturas muito acima ou abaixo da média, terremotos em áreas densamente povoadas e atividade vulcânica causaram prejuízos em dezenas de países. O clima produz más notícias em velocidade inédita. Uma combinação de fatores explica por que 2010 tem sido penoso. Entre eles, as mudanças climáticas – que provocam episódios extremos com mais frequência – e a infeliz coincidência de os eventos geológicos, como terremotos e vulcões, ocorrerem em áreas densamente povoadas. Áreas pobres e sem infraestrutura estão sujeitas a perdas maiores. 4o – Do ponto de vista geológico, não existe anormalidade registrada na atividade do planeta – garante o vulcanólogo Thor Thordarson, da Universidade de Edimburgo, na Escócia. Mas o acaso fez com que erupções e sismos acontecessem nos primeiros meses do ano, e, além disso, em locais muito habitados. É uma coincidência, mas nos faz pensar que algo está errado. (…) 5o Segundo a seguradora Willis, as empresas do setor atuantes no continente perderam US$ 16 bilhões nos últimos três meses. Entre os motivos estão os terremotos do Haiti e Chile e as chuvas que castigaram o Brasil. A empresa também prevê que a nova temporada de furacões no Caribe, iniciada esta semana, será “mais intensa que o normal”. 6o Os gastos com eventos extremos darão um salto nos próximos meses. Segundo a seguradora Swiss, os desastres naturais provocarão uma despesa de US$ 22 bilhões. 7o – Já estamos conferindo os eventos significativos de 2010. Nossa previsão é de que este ano será de grandes prejuízos – admite Thomas Hess, economista-chefe da Swiss. Alertamos a indústria que deve se preparar para sofrer perdas. 8o Se é difícil pensar em cifras tão altas, basta lembrar os reflexos que as mudanças climáticas provocam no orçamento de cada um. Secas e furacões fizeram com que produtores diminuíssem, em todo o planeta, a área de cultivo de arroz. O movimento atingiu até o Rio Grande do Sul. Preparados para a estiagem, os Pampas foram surpreendidos, no início do ano, com o alto índice de chuvas. Resultado: safras ainda menores e preços mais altos no supermercado. 9o – A mesa do brasileiro ficou mais cara – alerta Emília Queiroga Barros, diretora da Campanha Global de Liderança Climática Brasil 2020. As mudanças climáticas têm um efeito imediato em nosso modelo de civilização. E o que é mais importante: elas não respeitam fronteiras geopolíticas. São um problema de todos. Clima traz nova ordem mundial 10o A escalada dos eventos extremos ainda não produziu um verdadeiro acordo global, obrigando países desenvolvidos e emergentes a cortarem na carne – leia-se: em suas emissões de carbono. A China, maior poluidora do mundo, investe 3% do seu PIB em energia verde (os EUA destinam apenas 0,7% do PIB ao mesmo fim). Na Alemanha, a população é incentivada, com reembolsos governamentais, a comprar painéis de energia solar. O projeto alçou o país à liderança no uso desta fonte de energia. 11o O Brasil, que já reduziu o desmatamento da Amazônia, pode assumir um papel ainda maior. Dono de uma economia baseada em matriz energética limpa (as hidrelétricas), o país é considerado candidato à liderança de uma nova ordem mundial, onde a economia pode ser mais harmoniosa com o meio ambiente. 12o – Somos um dos países com maior potencial de liderança em desenvolvimento sustentável – ressalta Emília. Temos a maior extensão de terra cultivada do mundo, a maior quantidade de recursos hídricos e a maior extensão da Amazônia. Novas formas de comércio estão surgindo, com nações sem potencial agrícola comprando terras fora de seus domínios. As relações de cooperação mudaram. Podemos estar à frente desta nova era. GRANDELLE, Renato. O ANO DA FÚRIA. O Globo, Rio de Janeiro, 05 jun. 2010. Caderno Especial, p.1-2. (texto adaptado) ———————————— "O ano sequer chegou à metade (...)" (3º parágrafo). O vocábulo em destaque ("sequer") na frase acima, do ponto de vista morfológico, é:
  1. A)uma conjunção aditiva equivalente a "nem".
  2. B)uma preposição que liga o sujeito "ano" ao predicado "chegou à metade".
  3. C)um pronome adjetivo que acompanha o substantivo "ano".
  4. D)um advérbio.
  5. E)uma interjeição.
IME20111a faseQuestao 4PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
Texto II — “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa) Onde estou? Este sítio desconheço: Quem fez tão diferente aquele prado? Tudo outra natureza tem tomado; E em contemplá-lo tímido esmoreço. Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço De estar a ela um dia reclinado: Ali em vale um monte está mudado: Quanto pode dos anos o progresso! Árvores aqui vi tão florescentes, Que faziam perpétua a primavera: Nem troncos vejo agora decadentes. Eu me engano: a região esta não era: (Obras, 1768) Mas que venho a estranhar, se estão presentes Meus males, com que tudo degenera! SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1o semestre de 2004. ———————————— As mudanças descritas no soneto causam ao eu lírico as seguintes reações, exceto:
  1. A)contemplação
  2. B)lembrança
  3. C)encantamento
  4. D)desânimo
  5. E)estranhamento
IME20111a faseQuestao 4MatemáticaDeterminantesMedia
Sejam os primeiros termos de uma progressão aritmética. O primeiro termo e a razão desta progressão são os números reais e , respectivamente. O determinante é:
  1. A)
  2. B)
  3. C)
  4. D)
  5. E)
IME20111a faseQuestao 5MatemáticaGeometria analítica: reta e mediatrizDificil
Uma reta, com coeficiente angular , passa pelo ponto . Uma outra reta, com coeficiente angular , passa pelo ponto . Sabe-se que . O lugar geométrico percorrido pelo ponto de interseção das duas retas é uma:
  1. A)hipérbole de centro e retas diretrizes
  2. B)circunferência de centro e raio
  3. C)hipérbole de centro e retas diretrizes
  4. D)elipse de centro e retas diretrizes
  5. E)elipse de centro e retas diretrizes
IME20111a faseQuestao 5PortuguêsInterpretação de texto (TIC)Media
Texto II — “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa) Onde estou? Este sítio desconheço: Quem fez tão diferente aquele prado? Tudo outra natureza tem tomado; E em contemplá-lo tímido esmoreço. Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço De estar a ela um dia reclinado: Ali em vale um monte está mudado: Quanto pode dos anos o progresso! Árvores aqui vi tão florescentes, Que faziam perpétua a primavera: Nem troncos vejo agora decadentes. Eu me engano: a região esta não era: (Obras, 1768) Mas que venho a estranhar, se estão presentes Meus males, com que tudo degenera! SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1o semestre de 2004. ———————————— Assinale a opção que apresenta afirmação incorreta quanto aos versos de Cláudio Manuel da Costa:
  1. A)O eu lírico retorna ao lugar descrito depois de algum tempo sem vê-lo.
  2. B)Há um contraste grande entre a vegetação antiga e a atual.
  3. C)A existência de tamanha beleza no lugar causava timidez ao eu lírico.
  4. D)A presença de tantas flores deixava o lugar com duradoura primavera.
  5. E)Somente os problemas do eu lírico permaneciam os mesmos.
IME20111a faseQuestao 6MatemáticaLogaritmos e funçõesDificil
O valor de real positivo na equação , onde é um número real maior do que , é:
  1. A)70
  2. B)35
  3. C)1
  4. D)
  5. E)
IME20111a faseQuestao 6PortuguêsSintaxe (sujeito, concordância e pronomes)Dificil
Texto II — “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa) Onde estou? Este sítio desconheço: Quem fez tão diferente aquele prado? Tudo outra natureza tem tomado; E em contemplá-lo tímido esmoreço. Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço De estar a ela um dia reclinado: Ali em vale um monte está mudado: Quanto pode dos anos o progresso! Árvores aqui vi tão florescentes, Que faziam perpétua a primavera: Nem troncos vejo agora decadentes. Eu me engano: a região esta não era: (Obras, 1768) Mas que venho a estranhar, se estão presentes Meus males, com que tudo degenera! SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1o semestre de 2004. ———————————— A respeito do texto podemos afirmar que
  1. A)o sujeito da oração que compõe o 3º verso da 2ª estrofe é simples, assim como o é o sujeito do 1º verso da mesma estrofe.
  2. B)um pronome indefinido tem a função sintática de complemento nominal no 2º verso da 1ª estrofe.
  3. C)o adjunto adverbial de modo "decadentes", citado na 3ª estrofe, refere-se à situação da natureza de todo aquele lugar.
  4. D)o adjunto adverbial de lugar do 1º verso da 3ª estrofe não se refere às palavras "sítio" e "prado" da 1ª estrofe.
  5. E)o verbo no infinitivo da 4ª estrofe é sujeito no infinitivo do pronome "eu".
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