Prova · EsPCEx (AMAN) 2022

Prova EsPCEx (AMAN) 2022: questões por disciplina

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O que caiu na prova 2022

Questões da prova EsPCEx (AMAN) 2022

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EsPCEx (AMAN)2022Dia 2Questao 1MatemáticaPolinômios e identidadesMedia
Considere a função dada por e a função onde . O valor numérico de é igual a
  1. A)2.021.000
  2. B)2.021.320
  3. C)3.200.000
  4. D)3.202.021
  5. E)4.084.101
EsPCEx (AMAN)2022Dia 1Questao 1PortuguêsInterpretação de textoFacil
E a indústria de alimentos na pandemia? O editorial da edição de 10 de junho do British Medical Journal, assinado por professores da Queen Mary University of London, na Inglaterra, propõe uma reflexão tão interessante que vale provocá-la entre nós, aqui também: a pandemia de Covid-19 deveria tornar ainda mais urgente o combate à outra pandemia, a de obesidade. O excesso de peso, por si só, já é um fator de risco importante para o agravamento da infecção pelo Sars-CoV 2, como lembram os autores. A probabilidade de uma pessoa com obesidade severa morrer de Covid-19 chega a ser 27% maior do que a de indivíduos com obesidade grau 1, isto é, com um índice de massa corporal entre 30 e 34,9 quilos por metro quadrado, de acordo com a plataforma de registros OpenSAFELY. O editorial cita uma série de outros dados e possíveis razões para a associação entre a má evolução de certos casos de Covid-19 e a obesidade. No entanto, o que mais destaca é o ambiente obesogênico que o novo coronavírus encontrou no planeta. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, para citar dois exemplos, entre 65% e 70% da população apresentam um peso maior do que o recomendado para o bem da saúde. E, assim, os autores apontam o dedo para a indústria de alimentos que, em sua opinião, em todo o globo não parou de promover produtos ultraprocessados, com muito açúcar, uma quantidade excessiva de sódio e gorduras além da conta. A crítica do editorial é mesmo cortante: "Fica claro que a indústria de alimentos divide a culpa não apenas pela pandemia de obesidade como pelos casos mais graves de Covid-19 e suas consequências devastadoras", está escrito. E os autores cobram medidas, lembrando que o confinamento exigido pela Covid-19 aparentemente piorou o estado nutricional das pessoas, em parte pela falta de acesso a alimentos frescos, em outra parte porque o pânico fez muita gente estocar itens ultraprocessados em casa, já que esses costumam ter maior vida de prateleira, inclusive na despensa. Mas o que deixou os autores realmente desconfortáveis foram as ações de marketing de algumas marcas nesses tempos desafiadores. Todas, claro, querendo demonstrar o seu envolvimento com iniciativas de responsabilidade social, mas dando tiros que, para olhos mais atentos, decididamente saíram pela culatra. Por exemplo, quando uma indústria bem popular na Inglaterra distribuiu nada menos do que meio milhão de calóricos donuts para profissionais na linha de frente do National Health Service britânico. A impressão é de que as indústrias de alimentos verdadeiramente preocupadas com a população, cada vez mais acometida pela obesidade, deveriam aproveitar a crise atual para botar a mão na consciência, parar de promover itens pouco saudáveis e reformular boa parte do seu portfólio. As mortes por Covid-19 dão a pista de que essa é a maior causa que elas poderiam abraçar no momento. Fonte: Adaptado de https://abeso.org.br/e-a-industria-de-alimentos-na-pandemia. Publicado em 30 de junho de 2020. Acessado em 09 Mar 21. GLOSSÁRIO: O termo "ambiente obesogênico" foi criado pelo professor de Bioengenharia da Universidade da Califórnia, nos EUA, Bruce Blumberg. Segundo ele, são os Obesogênicos os responsáveis por contribuir no ganho de peso sem que o indivíduo tenha consciência de que está engordando. Após a leitura, pode-se inferir que o termo "ambiente obesogênico" refere-se a um local que
  1. A)propicia melhores condições financeiras, o que leva as pessoas a ter maior facilidade para comprar alimentos, levando-as inevitavelmente à obesidade, como é o caso do Reino Unido.
  2. B)apresenta mais de 60% de sua população com peso maior do que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde, como acontece com os Estados Unidos, por exemplo.
  3. C)leva as pessoas a estocar alimentos ultraprocessados por motivos de força maior, como guerras e epidemias, em que as pessoas são obrigadas ao confinamento para conseguirem sobreviver.
  4. D)favorece a maior ingestão extra de alimentos pobres em nutrientes, mas ricos em açúcares e gorduras em comidas processadas e geralmente de baixo custo.
  5. E)possui habitantes cuja obesidade severa é causada principalmente por causas ligadas à genética e que piora com a ingestão de alimentos ultraprocessados e com grandes quantidades de açúcar.
EsPCEx (AMAN)2022Dia 2Questao 2MatemáticaProgressão aritméticaFacil
O Cap R. Gomes é um autêntico "canga", isto é, um militar que não apenas coopera com os membros de sua equipe, mas estimula superiores, pares e subordinados ao bom cumprimento das missões. Em particular, ele incentiva um grupo de militares a melhorar o desempenho na corrida. Para tal, criou um programa de treinamento em que é preciso correr exatamente 576 Km no total, começando com 26 Km na primeira semana e, a partir da segunda, acrescentando exatos 4 Km a cada semana, ou seja, cada integrante do grupo deve correr exatamente 26 Km na 1ª semana, 30 Km na 2ª semana, 34 Km na 3ª semana e assim sucessivamente. Após quantas semanas a meta de 576 Km será atingida?
  1. A)10
  2. B)11
  3. C)12
  4. D)13
  5. E)14
EsPCEx (AMAN)2022Dia 1Questao 2PortuguêsInterpretação de textoFacil
E a indústria de alimentos na pandemia? O editorial da edição de 10 de junho do British Medical Journal, assinado por professores da Queen Mary University of London, na Inglaterra, propõe uma reflexão tão interessante que vale provocá-la entre nós, aqui também: a pandemia de Covid-19 deveria tornar ainda mais urgente o combate à outra pandemia, a de obesidade. O excesso de peso, por si só, já é um fator de risco importante para o agravamento da infecção pelo Sars-CoV 2, como lembram os autores. A probabilidade de uma pessoa com obesidade severa morrer de Covid-19 chega a ser 27% maior do que a de indivíduos com obesidade grau 1, isto é, com um índice de massa corporal entre 30 e 34,9 quilos por metro quadrado, de acordo com a plataforma de registros OpenSAFELY. O editorial cita uma série de outros dados e possíveis razões para a associação entre a má evolução de certos casos de Covid-19 e a obesidade. No entanto, o que mais destaca é o ambiente obesogênico que o novo coronavírus encontrou no planeta. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, para citar dois exemplos, entre 65% e 70% da população apresentam um peso maior do que o recomendado para o bem da saúde. E, assim, os autores apontam o dedo para a indústria de alimentos que, em sua opinião, em todo o globo não parou de promover produtos ultraprocessados, com muito açúcar, uma quantidade excessiva de sódio e gorduras além da conta. A crítica do editorial é mesmo cortante: "Fica claro que a indústria de alimentos divide a culpa não apenas pela pandemia de obesidade como pelos casos mais graves de Covid-19 e suas consequências devastadoras", está escrito. E os autores cobram medidas, lembrando que o confinamento exigido pela Covid-19 aparentemente piorou o estado nutricional das pessoas, em parte pela falta de acesso a alimentos frescos, em outra parte porque o pânico fez muita gente estocar itens ultraprocessados em casa, já que esses costumam ter maior vida de prateleira, inclusive na despensa. Mas o que deixou os autores realmente desconfortáveis foram as ações de marketing de algumas marcas nesses tempos desafiadores. Todas, claro, querendo demonstrar o seu envolvimento com iniciativas de responsabilidade social, mas dando tiros que, para olhos mais atentos, decididamente saíram pela culatra. Por exemplo, quando uma indústria bem popular na Inglaterra distribuiu nada menos do que meio milhão de calóricos donuts para profissionais na linha de frente do National Health Service britânico. A impressão é de que as indústrias de alimentos verdadeiramente preocupadas com a população, cada vez mais acometida pela obesidade, deveriam aproveitar a crise atual para botar a mão na consciência, parar de promover itens pouco saudáveis e reformular boa parte do seu portfólio. As mortes por Covid-19 dão a pista de que essa é a maior causa que elas poderiam abraçar no momento. Fonte: Adaptado de https://abeso.org.br/e-a-industria-de-alimentos-na-pandemia. Publicado em 30 de junho de 2020. Acessado em 09 Mar 21. GLOSSÁRIO: O termo "ambiente obesogênico" foi criado pelo professor de Bioengenharia da Universidade da Califórnia, nos EUA, Bruce Blumberg. Segundo ele, são os Obesogênicos os responsáveis por contribuir no ganho de peso sem que o indivíduo tenha consciência de que está engordando. Segundo o texto, o editorial do British Medical Journal mostra que a indústria de alimentos
  1. A)revela-se verdadeiramente preocupada com a saúde da população e cita o exemplo de uma empresa que distribuiu alimentos aos profissionais na linha de frente do tratamento de saúde.
  2. B)é responsável, em parte, pelos casos mais graves de Covid-19 e suas consequências devastadoras, já que continua a promover produtos ultraprocessados, com muito açúcar e excesso de gorduras.
  3. C)aproveitou a pandemia para promover itens um pouco saudáveis e reformulou boa parte de seu portfólio, pois as mortes por Covid-19 deram a pista de que essa causa precisava ser abraçada.
  4. D)mostra seu envolvimento com excelentes iniciativas de responsabilidade social a partir de ações de marketing, como o oferecimento de calóricos donuts aos profissionais de saúde.
  5. E)é a principal culpada não somente pela pandemia de obesidade, mas também pelos casos mais severos de Covid-19, pois muita gente passou a estocar itens ultraprocessados em casa.
EsPCEx (AMAN)2022Dia 1Questao 3PortuguêsInterpretação de textoFacil
E a indústria de alimentos na pandemia? O editorial da edição de 10 de junho do British Medical Journal, assinado por professores da Queen Mary University of London, na Inglaterra, propõe uma reflexão tão interessante que vale provocá-la entre nós, aqui também: a pandemia de Covid-19 deveria tornar ainda mais urgente o combate à outra pandemia, a de obesidade. O excesso de peso, por si só, já é um fator de risco importante para o agravamento da infecção pelo Sars-CoV 2, como lembram os autores. A probabilidade de uma pessoa com obesidade severa morrer de Covid-19 chega a ser 27% maior do que a de indivíduos com obesidade grau 1, isto é, com um índice de massa corporal entre 30 e 34,9 quilos por metro quadrado, de acordo com a plataforma de registros OpenSAFELY. O editorial cita uma série de outros dados e possíveis razões para a associação entre a má evolução de certos casos de Covid-19 e a obesidade. No entanto, o que mais destaca é o ambiente obesogênico que o novo coronavírus encontrou no planeta. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, para citar dois exemplos, entre 65% e 70% da população apresentam um peso maior do que o recomendado para o bem da saúde. E, assim, os autores apontam o dedo para a indústria de alimentos que, em sua opinião, em todo o globo não parou de promover produtos ultraprocessados, com muito açúcar, uma quantidade excessiva de sódio e gorduras além da conta. A crítica do editorial é mesmo cortante: "Fica claro que a indústria de alimentos divide a culpa não apenas pela pandemia de obesidade como pelos casos mais graves de Covid-19 e suas consequências devastadoras", está escrito. E os autores cobram medidas, lembrando que o confinamento exigido pela Covid-19 aparentemente piorou o estado nutricional das pessoas, em parte pela falta de acesso a alimentos frescos, em outra parte porque o pânico fez muita gente estocar itens ultraprocessados em casa, já que esses costumam ter maior vida de prateleira, inclusive na despensa. Mas o que deixou os autores realmente desconfortáveis foram as ações de marketing de algumas marcas nesses tempos desafiadores. Todas, claro, querendo demonstrar o seu envolvimento com iniciativas de responsabilidade social, mas dando tiros que, para olhos mais atentos, decididamente saíram pela culatra. Por exemplo, quando uma indústria bem popular na Inglaterra distribuiu nada menos do que meio milhão de calóricos donuts para profissionais na linha de frente do National Health Service britânico. A impressão é de que as indústrias de alimentos verdadeiramente preocupadas com a população, cada vez mais acometida pela obesidade, deveriam aproveitar a crise atual para botar a mão na consciência, parar de promover itens pouco saudáveis e reformular boa parte do seu portfólio. As mortes por Covid-19 dão a pista de que essa é a maior causa que elas poderiam abraçar no momento. Fonte: Adaptado de https://abeso.org.br/e-a-industria-de-alimentos-na-pandemia. Publicado em 30 de junho de 2020. Acessado em 09 Mar 21. GLOSSÁRIO: O termo "ambiente obesogênico" foi criado pelo professor de Bioengenharia da Universidade da Califórnia, nos EUA, Bruce Blumberg. Segundo ele, são os Obesogênicos os responsáveis por contribuir no ganho de peso sem que o indivíduo tenha consciência de que está engordando. De acordo com o texto, a probabilidade de uma pessoa morrer de Covid-19 chega a ser 27% maior entre os indivíduos com
  1. A)obesidade grau 1 em comparação com os indivíduos com obesidade severa, isto é, com índice de massa corporal entre 30 e 34,9 quilos por metro quadrado.
  2. B)índice de massa corporal entre 30 e 34,9 quilos por metro quadrado em comparação com os indivíduos com obesidade grau 1.
  3. C)índice de massa corporal maior do que 34,9 quilos por metro quadrado em comparação com os indivíduos com obesidade severa.
  4. D)obesidade severa em comparação com indivíduos com índice de massa corporal superior a 34,9 quilos por metro quadrado.
  5. E)índice de massa corporal bem superior a 34,9 quilos por metro quadrado em comparação com indivíduos com obesidade grau 1.
EsPCEx (AMAN)2022Dia 2Questao 3MatemáticaDeterminantesMedia
Sejam um ângulo qualquer, em radianos, e a unidade imaginária. O determinante da matriz é igual a
  1. A).
  2. B).
  3. C).
  4. D).
  5. E).
EsPCEx (AMAN)2022Dia 2Questao 4MatemáticaNúmeros complexosMedia
Simplificando-se a expressão , onde é a unidade imaginária, obtém-se
  1. A).
  2. B).
  3. C).
  4. D).
  5. E).
EsPCEx (AMAN)2022Dia 1Questao 4PortuguêsInterpretação de textoMuito facil
E a indústria de alimentos na pandemia? O editorial da edição de 10 de junho do British Medical Journal, assinado por professores da Queen Mary University of London, na Inglaterra, propõe uma reflexão tão interessante que vale provocá-la entre nós, aqui também: a pandemia de Covid-19 deveria tornar ainda mais urgente o combate à outra pandemia, a de obesidade. O excesso de peso, por si só, já é um fator de risco importante para o agravamento da infecção pelo Sars-CoV 2, como lembram os autores. A probabilidade de uma pessoa com obesidade severa morrer de Covid-19 chega a ser 27% maior do que a de indivíduos com obesidade grau 1, isto é, com um índice de massa corporal entre 30 e 34,9 quilos por metro quadrado, de acordo com a plataforma de registros OpenSAFELY. O editorial cita uma série de outros dados e possíveis razões para a associação entre a má evolução de certos casos de Covid-19 e a obesidade. No entanto, o que mais destaca é o ambiente obesogênico que o novo coronavírus encontrou no planeta. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, para citar dois exemplos, entre 65% e 70% da população apresentam um peso maior do que o recomendado para o bem da saúde. E, assim, os autores apontam o dedo para a indústria de alimentos que, em sua opinião, em todo o globo não parou de promover produtos ultraprocessados, com muito açúcar, uma quantidade excessiva de sódio e gorduras além da conta. A crítica do editorial é mesmo cortante: "Fica claro que a indústria de alimentos divide a culpa não apenas pela pandemia de obesidade como pelos casos mais graves de Covid-19 e suas consequências devastadoras", está escrito. E os autores cobram medidas, lembrando que o confinamento exigido pela Covid-19 aparentemente piorou o estado nutricional das pessoas, em parte pela falta de acesso a alimentos frescos, em outra parte porque o pânico fez muita gente estocar itens ultraprocessados em casa, já que esses costumam ter maior vida de prateleira, inclusive na despensa. Mas o que deixou os autores realmente desconfortáveis foram as ações de marketing de algumas marcas nesses tempos desafiadores. Todas, claro, querendo demonstrar o seu envolvimento com iniciativas de responsabilidade social, mas dando tiros que, para olhos mais atentos, decididamente saíram pela culatra. Por exemplo, quando uma indústria bem popular na Inglaterra distribuiu nada menos do que meio milhão de calóricos donuts para profissionais na linha de frente do National Health Service britânico. A impressão é de que as indústrias de alimentos verdadeiramente preocupadas com a população, cada vez mais acometida pela obesidade, deveriam aproveitar a crise atual para botar a mão na consciência, parar de promover itens pouco saudáveis e reformular boa parte do seu portfólio. As mortes por Covid-19 dão a pista de que essa é a maior causa que elas poderiam abraçar no momento. Fonte: Adaptado de https://abeso.org.br/e-a-industria-de-alimentos-na-pandemia. Publicado em 30 de junho de 2020. Acessado em 09 Mar 21. GLOSSÁRIO: O termo "ambiente obesogênico" foi criado pelo professor de Bioengenharia da Universidade da Califórnia, nos EUA, Bruce Blumberg. Segundo ele, são os Obesogênicos os responsáveis por contribuir no ganho de peso sem que o indivíduo tenha consciência de que está engordando. O editorial de edição 10 de junho, assinado pelos professores da Queen Mary University of London foi publicado pelo
  1. A)site https://abeso.org.br/e-a-industria-na-pandemia.
  2. B)National Health Service britânico.
  3. C)site da Organização Mundial da Saúde (OMS).
  4. D)Open SAFELY.
  5. E)British Medical Journal.
EsPCEx (AMAN)2022Dia 1Questao 5PortuguêsClasses de palavrasFacil
Em "As mortes por Covid-19 dão a pista de que essa é a maior causa que elas poderiam abraçar no momento", são classificados como substantivos os seguintes vocábulos:
  1. A)mortes – Covid-19 – pista – maior.
  2. B)Covid-19 – pista – maior – causa.
  3. C)mortes – essa – causa – momento.
  4. D)Covid-19 – pista – causa – momento.
  5. E)mortes – pista – maior – momento.
EsPCEx (AMAN)2022Dia 2Questao 5MatemáticaNúmeros complexosDificil
Considere a unidade imaginária. A soma infinita , onde o -ésimo termo é dado por , resulta no número complexo cujas partes real e imaginária são, respectivamente, iguais a
  1. A) e .
  2. B) e .
  3. C) e .
  4. D) e .
  5. E) e .
EsPCEx (AMAN)2022Dia 2Questao 6MatemáticaFunção exponencialMedia
O número de soluções inteiras que satisfaz a inequação é igual a
  1. A)4.
  2. B)3.
  3. C)2.
  4. D)1.
  5. E)0.
EsPCEx (AMAN)2022Dia 1Questao 6PortuguêsFormação de palavrasFacil
A palavra "obesogênico" é composta por radicais diferentes: "obeso", de origem latina, e "gênico", de origem grega, causando o que a gramática conceitua como hibridismo. É o que ocorre na palavra
  1. A)ultraprocessado.
  2. B)antivírus.
  3. C)televisão.
  4. D)confinamento.
  5. E)pandemia.
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