Literatura brasileira (prosa) · ITA

Literatura brasileira (prosa): questões do ITA

131 questões de Literatura brasileira (prosa) (Português) no ITA (2008–2026). Treine de graça com correção e comentário.

Criar conta grátis10 questões por dia, sem cartão de crédito.

Questões de Literatura brasileira (prosa) no ITA

Uma amostra das questões. Crie uma conta para resolver todas com correção e comentário.

ITA20262a faseQuestao 2PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
O livro do desassossego é assinado por Bernardo Soares, um dos heterônimos de Fernando Pessoa. Sobre tais heterônimos, assinale a alternativa CORRETA.
  1. A)Heterônimos são assinaturas fictícias adotadas por Pessoa, que mantêm sua personalidade ao escrever sob diferentes nomes.
  2. B)Alberto Caeiro é o poeta que, em busca da simplicidade, volta-se para a vida no campo.
  3. C)Ricardo Reis é o poeta das sensações, que representa o homem moderno ao tratar de temáticas futurísticas.
  4. D)Álvaro de Campos é o poeta neoclássico, que compõe versos eruditos que trazem referências mitológicas.
  5. E)Bernardo Soares é adepto a um estilo coloquial e explora de forma objetiva o real sentido da vida.
ITA20262a faseQuestao 3PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Dificil
Leia o texto a seguir para responder à questão. A IDEIA De onde ela vem?! De que matéria bruta Vem essa luz que sobre as nebulosas Cai de incógnitas criptas misteriosas Como as estalactites duma gruta?! Vem da psicogenética alta luta Do feixe de moléculas nervosas, Que, em desintegrações maravilhosas, Delibera, e depois, quer e executa! Vem do encéfalo absconso que a constringe, Chega em seguida às cordas da laringe, Tísica, tênue, mínima, raquítica... Quebra a força centrípeta que a amarra, Mas, de repente, e quase morta, esbarra No molambo da língua paralítica! ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. Glossário: psicogenética: origem e evolução das funções psíquicas; absconso: oculto, escondido; constringir: apertar; tísico: tuberculoso, fraco; molambo: farrapo. ——— Uma característica do Parnasianismo evidenciada no poema é a:
  1. A)composição de versos decassílabos, distribuídos em dois quartetos e dois tercetos.
  2. B)valorização das figuras sonoras, principalmente na de construções paronomásticas.
  3. C)predileção pelo soneto, cujos versos alexandrinos denotam a estilística parnasiana.
  4. D)presença do pessimismo, ao sugerir que a forma como a ideia se desenvolveu provocou em si mesma danos irreversíveis.
  5. E)objetividade, evidente na inquietação do eu lírico ao tentar compreender de onde vem a ideia.
ITA20262a faseQuestao 12PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Dificil
Leia o texto a seguir para responder à questão. "O naturalismo surge com a proposta de conduzir a literatura por outros rumos, diferentes daqueles assumidos pelo romantismo, principalmente no que diz respeito ao sentimentalismo exacerbado que marca a produção literária deste período, mas, como afirma Machado de Assis (1839-1908), 'sair de um excesso para cair em outro, não é regenerar nada; é mudar o agente de corrupção'. (...) Para exemplificar esta relação entre romantismo e naturalismo, é possível citar a passagem do romance O Bom-Crioulo, em que Amaro é chicoteado inúmeras vezes sem qualquer gemido de dor e, somente após cento e cinquenta chibatadas, pôde-se ver um fio de sangue a escorrer em suas costas, o que constata a força e a resistência que o personagem tem, que de outras formas, são características marcantes e exageradas da virilidade de um herói (...)." SILVA, Paulo Ricardo Moura da. Naturalismo: as tensões e contradições em relação ao projeto da objetividade. Travessias Interativas, São Cristóvão-SE, v. 8, n. 15, p. 276-293, 2018. ——— Sobre o texto e as escolas literárias a que ele faz referência, avalie as seguintes assertivas. Em seguida, assinale a alternativa CORRETA. I. O romantismo apresenta um olhar idealizado para as origens brasileiras, o que justificaria um olhar de heroísmo para o negro. II. O naturalismo apresenta um olhar pautado no cientificismo, que animaliza tanto o ser humano quanto as relações humanas. III. O texto estabelece uma relação entre naturalismo e romantismo, uma vez que o naturalismo, ao exagerar na descrição naturalista, aproxima-se da idealização romântica. IV. O texto estabelece uma relação entre naturalismo e romantismo apenas se houver uma idealização do protagonista da narrativa, pautada em descrição minuciosa.
  1. A)Apenas I e II estão corretas.
  2. B)Apenas I e III estão corretas.
  3. C)Apenas I e IV estão corretas.
  4. D)Apenas II e III estão corretas.
  5. E)Apenas II e IV estão corretas.
ITA20262a faseQuestao 13PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Leia o texto a seguir para responder à questão. "O bucolismo foi para todos o ameno artifício que permitiu ao poeta fechado na corte abrir janelas para um cenário idílico onde pudesse cantar, liberto das constricções da etiqueta, os seus sentimentos de amor e de abandono ao fluxo da existência. Mas não se pode esquecer que a evasão se faz dentro de um determinado sistema cultural, em que é muito reduzida a margem de espontaneidade. (...)" BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 51. ed. São Paulo: Cultrix, 2017, p. 60. ——— Assinale a alternativa que apresenta a imagem (obra de arte) que se relaciona ADEQUADAMENTE com as características da escola literária descrita acima.
  1. A)Caspar David Friedrich. Dois homens contemplando a lua (Zwei Männer in Betrachtung des Mondes), c. 1825-1830. Galerie Neue Meister, Dresden.Imagem da alternativa A
  2. B)François Boucher. Paisagem com colhedora de cerejas (Landschaft mit Kirschpflückerin). Kenwood House, Londres.Imagem da alternativa B
  3. C)Gustave Courbet. Bom dia, Senhor Courbet (Bonjour Monsieur Courbet), 1854. Musée Fabre, Montpellier.Imagem da alternativa C
  4. D)Jules Bastien-Lepage. O feno (Les foins), 1877. Musée d''Orsay, Paris.Imagem da alternativa D
  5. E)Pierre Puvis de Chavannes. O sonho (Le Rêve), 1883. Museu do Louvre, Paris.Imagem da alternativa E
ITA20252a faseQuestao 5PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Leia o texto a seguir para responder à questão. “E, por mais que forcejasse, não se convencia de que o soldado amarelo fosse governo. Governo, coisa distante e perfeita, não podia errar. O soldado amarelo estava ali perto, além da grade, era fraco e ruim, jogava na esteira com os matutos e provocava-os depois. O governo não devia consentir tão grande safadeza. Afinal para que serviam os soldados amarelos? Deu um pontapé na parede, gritou enfurecido. Para que serviam os soldados amarelos? Os outros presos remexeram-se, o carcereiro chegou à grade, e Fabiano acalmou-se: —Bem, bem. Não há nada não. Havia muitas coisas. Ele não podia explicá-las, mas havia... Fossem perguntar a seu Tomás da bolandeira, que lia livros e sabia onde tinha as ventas. Seu Tomás da bolandeira contaria aquela história. Ele, Fabiano, um bruto, não contava nada. Só queria voltar para junto de sinha Vitória, deitar-se na cama de varas. Por que vinham bulir com um homem que só queria descansar? Deviam bulir com outros. —An! Estava tudo errado. —An! Tinham lá coragem? Imaginou o soldado amarelo atirando-se a um cangaceiro na catinga. Tinha graça. Não dava um caldo”. Fonte: RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 80. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. Um dos recursos mais frequentes em Vidas Secas é o discurso indireto livre. Sobre esse expediente, assinale a INCORRETA.
  1. A)A fusão da fala do narrador com a do personagem causa proposital ambiguidade.
  2. B)Ele acentua situações traumáticas do personagem que se autodetermina em detrimento da voz narrativa.
  3. C)Do ponto de vista gramatical, a expressão é do narrador; do semântico, pertence a Fabiano.
  4. D)Esse recurso compensa em parte a dificuldade do personagem em verbalizar pensamentos e desejos.
  5. E)Há conciliação do discurso direto e indireto sem conectivos subordinantes.
ITA20252a faseQuestao 9PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Leia o texto a seguir para responder à questão. “Fez Cristo aos Apóstolos pescadores de homens, que foi ordená-los de pregadores; e que faziam os Apóstolos? Diz o texto que estavam: Reficientes retia sua: “Refazendo as redes suas”; eram as redes dos Apóstolos, e não eram alheias. Notai: Retia sua: Não diz que eram suas porque as compraram, senão que eram suas porque as faziam; não eram suas porque lhes custaram o seu dinheiro, senão porque lhes custavam o seu trabalho. Desta maneira eram as redes suas; e porque desta maneira eram suas, por isso eram redes de pescadores que haviam de pescar homens. Com redes alheias, ou feitas por mão alheia, podem-se pescar peixes, homens não se podem pescar. A razão disto é porque nesta pesca de entendimentos só quem sabe fazer a rede sabe fazer o lanço. Como se faz uma rede? Do fio e do nó se compõe a malha; quem não enfia nem ata, como há de fazer rede? E quem não sabe enfiar nem sabe atar, como há de pescar homens? A rede tem chumbada que vai ao fundo, e tem cortiça que nada em cima da água. A pregação tem umas coisas de mais peso e de mais fundo, e tem outras mais superficiais e mais leves; e governar o leve e o pesado, só o sabe fazer quem faz a rede. Na boca de quem não faz a pregação, até o chumbo é cortiça. As razões não hão de ser enxertadas, hão de ser nascidas. O pregar não é recitar. As razões próprias nascem do entendimento, as alheias vão pegadas à memória, e os homens não se convencem pela memória, senão pelo entendimento.” [...] Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Sermões de quarta-feira de cinza. São Paulo: Moderna, 2017. Segundo Vieira, é importante que se faça a própria rede porque
  1. A)garante que ela seja de alta qualidade e durável.
  2. B)demonstra a autenticidade e o esforço pessoal na pregação.
  3. C)representa a independência financeira dos apóstolos.
  4. D)indica uma tradição que deve ser seguida por todos os pescadores.
  5. E)assegura que a rede será adequada para todos os tipos de peixe.
ITA20252a faseQuestao 11PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Dificil
Leia o texto a seguir para responder à questão. “Fez Cristo aos Apóstolos pescadores de homens, que foi ordená-los de pregadores; e que faziam os Apóstolos? Diz o texto que estavam: Reficientes retia sua: “Refazendo as redes suas”; eram as redes dos Apóstolos, e não eram alheias. Notai: Retia sua: Não diz que eram suas porque as compraram, senão que eram suas porque as faziam; não eram suas porque lhes custaram o seu dinheiro, senão porque lhes custavam o seu trabalho. Desta maneira eram as redes suas; e porque desta maneira eram suas, por isso eram redes de pescadores que haviam de pescar homens. Com redes alheias, ou feitas por mão alheia, podem-se pescar peixes, homens não se podem pescar. A razão disto é porque nesta pesca de entendimentos só quem sabe fazer a rede sabe fazer o lanço. Como se faz uma rede? Do fio e do nó se compõe a malha; quem não enfia nem ata, como há de fazer rede? E quem não sabe enfiar nem sabe atar, como há de pescar homens? A rede tem chumbada que vai ao fundo, e tem cortiça que nada em cima da água. A pregação tem umas coisas de mais peso e de mais fundo, e tem outras mais superficiais e mais leves; e governar o leve e o pesado, só o sabe fazer quem faz a rede. Na boca de quem não faz a pregação, até o chumbo é cortiça. As razões não hão de ser enxertadas, hão de ser nascidas. O pregar não é recitar. As razões próprias nascem do entendimento, as alheias vão pegadas à memória, e os homens não se convencem pela memória, senão pelo entendimento.” [...] Fonte: VIEIRA, Antônio. Sermão da Sexagésima. Sermões de quarta-feira de cinza. São Paulo: Moderna, 2017. Expressões aforísticas são frequentes na obra de Vieira. Aforismo é sentença que explicita um conceito moral, assemelhando-se a um ditado. Assinale a alternativa em que NÃO se concretiza essa intenção.
  1. A)“Roubar pouco é culpa, roubar muito é grandeza. O roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.”
  2. B)“A última dificuldade, e o maior perigo e aperto da morte é ser momentânea.”
  3. C)“A vida é uma lâmpada acesa, vidro e fogo. Vidro que com um sopro se faz e fogo que com um sopro se apaga.”
  4. D)“A vaidade entre os vícios é o pescador mais astuto e que mais facilmente engana os homens.”
  5. E)“Quem quer mais do que lhe convém, perde o que quer e o que tem. Quem pode nadar e quer voar, tempo virá em que não voe nem nade.
ITA20252a faseQuestao 12PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Leia o texto a seguir para responder à questão. NAVIO NEGREIRO VI Existe um povo que a bandeira empresta P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!... E deixa-a transformar-se nessa festa Em manto impuro de bacante fria!... Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta, Que impudente na gávea tripudia? Silêncio. Musa... chora, e chora tanto Que o pavilhão se lave no teu pranto!... Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança... Tu que, da liberdade após a guerra, Foste hasteado dos heróis na lança Antes te houvessem roto na batalha, Que servires a um povo de mortalha!... Fonte: ALVES, Castro. O navio negreiro. In: Os Escravos. São Paulo: Martin Claret, 2003. A respeito do poema e do estilo de Castro Alves, assinale a alternativa INCORRETA.
  1. A)O excerto caracteriza o Romantismo de evasão.
  2. B)O verso “Que a brisa do Brasil beija e balança”apresenta aliteração.
  3. C)A pontuação expressiva ilustra o estilo condoreiro do autor.
  4. D)O poeta pertence à terceira geração da poesia romântica brasileira.
  5. E)O ímpeto declamatório caracteriza o estilo do poeta.
ITA20252a faseQuestao 13PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Dificil
Leia o texto a seguir para responder à questão. “Encarnando o espírito de resignação do eterno amor feminino, despedem-se primeiro duas mulheres: uma mãe e uma esposa, que sofrem com a ausência antecipada dos entes queridos. Elas simbolizam os sentimentos íntimos das famílias dos navegantes, o aspecto emocional do povo português. Criam a atmosfera de anseio e insegurança popular diante dos perigos da viagem. Representam a voz do sentimento, saída dos movimentos espontâneos do coração feminino. [...]As próprias montanhas se emocionam, enquanto a areia da praia se inunda com as lágrimas dos parentes.” Fonte: TEIXEIRA, Ivan. Os Lusíadas: episódios. Cotia: Ateliê Editorial, 1999. A análise acima se refere a um dos mais notáveis episódios da epopeia de Luís de Camões. Assinale o excerto que pertence a esse episódio.
  1. A)“Tu só, tu, puro Amor, com força crua, / Que os corações humanos tanto obriga, /Deste causa à molesta morte sua, / Como se fora pérfida inimiga”
  2. B)“Enfim, minha grandíssima estatura/Neste remoto Cabo converteram/ Os Deuses e, por mais dobradas mágoas, / Me anda Tétis cercando destas águas”
  3. C)“Oh, que famintos beijos na floresta, / E que mimoso choro que soava! / Que afagos tão suaves! Que ira honesta, / Que em risinhos alegres se tornava!”
  4. D)“A que novos desastres determinas/De levar estes reinos e esta gente? /Que perigos, que mortes lhe destinas /Debaixo dalgum nome preminente?”
  5. E)“Quando os Deuses no Olimpo luminoso, /Onde o governo está da humana gente, /Se ajuntam em concílio glorioso/Sobre as cousas futuras do Oriente.”
ITA20241a faseQuestao 13PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
A respeito do livro Nós matamos o cão tinhoso, de Luís Bernardo Honwana, assinale a alternativa INCORRETA.
  1. A)A perspectiva infantil, como no conto que dá título ao livro, acaba por destacar as contradições e tensões sociais produzidas pelo colonialismo.
  2. B)Em todos os contos do livro, a violência do racismo, seja qual for a sua natureza, é denunciada.
  3. C)O silenciamento, como em “A velhota”, pode ser interpretado como uma estratégia de sobrevivência, preservação da humanidade e cuidado com os outros.
  4. D)O uso de termos do idioma ronga é uma das características linguísticas do livro.
  5. E)No livro, não há questionamentos quanto às estruturas sociais do poder colonizador, apenas quanto aos aspectos culturais do colonialismo.
ITA20241a faseQuestao 14PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
A respeito de Nós matamos o cão tinhoso, de Luís Bernardo Honwana, assinale a alternativa CORRETA.
  1. A)A crítica ao colonialismo é circunscrita às mulheres, como em “Dina”.
  2. B)O vocabulário com termos do idioma ronga é uma forma de inscrever, na própria linguagem, o sucesso humanitário do colonialismo português.
  3. C)O uso de termos do idioma ronga é uma forma de inscrever, na própria linguagem, o desprezo para com a cultura local por parte do escritor.
  4. D)Marcas de oralidade e vocabulário, a despeito da ocupação portuguesa, sugerem uma identidade cultural autônoma e forte.
  5. E)Uma das características que as personagens apresentam é o elitismo introjetado pelos povos colonizados, como em “Nhinguitimo”.
ITA20241a faseQuestao 15PortuguêsLiteratura brasileira (prosa)Media
Leia abaixo o excerto do conto “A velhota”, de Luís Bernardo Honwana. Em seguida, assinale a alternativa INCORRETA. “Não, eu não contaria. Não fora para isso que viera para casa. Além disso, não seria eu a destruir neles fosse o que fosse. A seu tempo alguém se encarregaria de os pôr na raiva. Não, eu não contaria.”
  1. A)O narrador revela a sua certeza em relação ao futuro de seus irmãos e deixa transparecer a sua impotência para evitar isso.
  2. B)A recusa do narrador em relatar o que lhe acontecera é uma maneira de poupar a sua família de maiores preocupações.
  3. C)A violenta dominação portuguesa é representada por aqueles que agrediram o narrador.
  4. D)A raiva a que se refere o narrador aparece, o tempo todo, em suas relações familiares, tanto com seus irmãos, quanto com sua mãe.
  5. E)Assim como Madala, o narrador do conto não tem o que fazer, além de suportar as violências às quais é submetido, inclusive para proteger sua família.
Resolver as 131 questões de graça

Veja todas as questões de Português do ITA.

Treine direto nas questões reais

No Presarium Militares, você resolve essas questões com correção na hora, comentário e um painel que cruza a incidência com o seu desempenho — e monta sua lista de prioridade automaticamente.

Começar de graça

10 questões por dia, sem cartão de crédito.